Cirurgia Geral · Rio de Janeiro

Experiência para cuidar. Precisão para decidir.

Dra. Lenise Durão é Cirurgiã Geral, com atuação em cirurgia do aparelho digestivo e técnicas minimamente invasivas. Uma abordagem individualizada, baseada em avaliação médica e indicação adequada para cada caso.

CRM 559007/RJ · RQE 49675 · Conteúdo médico educativo com autoria e revisão profissional.
Dra. Lenise Durão, Cirurgiã Geral, de jaleco branco
Cirurgia GeralAtuação especializada e individualizada
Aparelho DigestivoEstômago, intestino, fígado, vias biliares e pâncreas
VideolaparoscopiaTécnicas minimamente invasivas quando indicadas
Sobre a médica
Dra. Lenise Durão sorrindo, de jaleco branco

Uma trajetória dedicada à cirurgia.

Formada em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 1991, Dra. Lenise Durão concluiu residência médica em Cirurgia Geral pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ) em 1994. Em 2002, obteve o Título de Qualificação em Videocirurgia pela SOBRACIL — Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica, credencial que sustenta a atuação em cirurgia por vídeo (videolaparoscopia).

Ao longo de 15 anos, entre 1993 e 2007, atuou como cirurgiã plantonista na rede municipal de São Gonçalo (RJ) — rotina de pronto-atendimento cirúrgico que exige diagnóstico rápido e decisão segura diante de quadros abdominais agudos.

  • Graduação em MedicinaUERJ (1991)
  • Residência médica em Cirurgia GeralSES/RJ (1994)
  • Título de Qualificação em VideocirurgiaSOBRACIL — Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica (2002)
Fonte: Currículo Lattes/CNPq

Mais do que apresentar procedimentos, este site explica ao paciente quando uma avaliação cirúrgica pode ser necessária e como funciona o processo de diagnóstico e tratamento.

Áreas de atuação

Cirurgia com uma visão completa do paciente.

As especialidades estão organizadas para facilitar a navegação e ajudar o paciente a entender a relação entre a profissional, sua atuação e cada tema.

Cirurgia Geral

Avaliação e tratamento cirúrgico de diferentes condições do abdome e da parede abdominal, incluindo quadros agudos que exigem decisão rápida, como dor abdominal intensa e suspeita de apendicite.

EM BREVE

Aparelho Digestivo

Doenças do estômago, intestino, vesícula, vias biliares e pâncreas — condições que costumam se manifestar por dor, alteração do hábito intestinal ou desconforto após as refeições.

EM BREVE

Videolaparoscopia

Técnicas minimamente invasivas quando clinicamente indicadas, com pequenas incisões e recuperação mais rápida em comparação à cirurgia aberta tradicional.

EM BREVE

Hérnias

Diagnóstico e tratamento de hérnias da parede abdominal, como a hérnia inguinal e a hérnia umbilical, com orientação sobre quando a cirurgia é indicada.

EM BREVE

Cirurgia Oncológica

Avaliação e tratamento cirúrgico de tumores do aparelho digestivo, conforme diagnóstico por imagem, biópsia e indicação da equipe médica.

EM BREVE

Condições cirúrgicas

Conteúdos claros sobre sintomas, diagnóstico, tratamento e recuperação.

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Conteúdo médico

Entenda as condições que podem exigir tratamento cirúrgico.

Apendicite aguda

Sintomas, diagnóstico, tratamento e sinais de alerta.

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Cálculos biliares (vesícula)

Colecistectomia videolaparoscópica: indicações, cirurgia e recuperação.

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Diverticulite

O que é, sintomas, complicações e quando pode ser necessária cirurgia.

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Hérnia inguinal

Sinais, diagnóstico e opções de tratamento.

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Hérnia de hiato e refluxo

Quando a cirurgia é indicada para o refluxo gastroesofágico.

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Doença hemorroidária

Sintomas, tratamentos clínicos e quando operar.

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Nódulos de mama e tireoide

Sinais de alerta, exames e quando procurar avaliação.

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Artigos

Conteúdo educativo sobre suas condições e cirurgias.

Textos escritos para explicar, com clareza, o que esperar de cada condição e de cada procedimento — sempre como apoio à consulta, nunca como substituto dela.

Ilustração esquemática destacando o quadrante inferior direito do abdome, onde a dor da apendicite costuma se concentrarPonto de McBurney(dor mais comum)
Região onde a dor da apendicite costuma se concentrar — quadrante inferior direito do abdome (lado direito de quem está deitado de barriga para cima). A apresentação varia conforme a pessoa e a anatomia.

Apendicite aguda

A apendicite aguda é uma inflamação do apêndice que pode evoluir para complicações quando não é reconhecida a tempo. Veja os sintomas, como é feito o diagnóstico e quando procurar atendimento.

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Ilustração esquemática mostrando a localização do fígado, da vesícula biliar e das vias biliares no abdome superiorFígadoVesícula biliarVias biliares
Ilustração esquemática da região onde ficam o fígado, a vesícula biliar e as vias biliares — não representa a anatomia individual de cada paciente.

Cálculos biliares (vesícula)

A colecistectomia videolaparoscópica é a cirurgia de retirada da vesícula biliar por pequenas incisões, indicada principalmente para cálculos biliares sintomáticos. Entenda indicações, o passo a passo da cirurgia e a recuperação.

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Ilustração esquemática do intestino grosso, destacando o cólon sigmoide e pequenas bolsas (divertículos) em sua paredeDivertículos(cólon sigmoide)
Ilustração esquemática do intestino grosso — os divertículos são pequenas bolsas que se formam na parede, mais comuns no cólon sigmoide. Não representa a anatomia individual de cada paciente.

Diverticulite

Diverticulite é a inflamação ou infecção de pequenas bolsas que se formam no intestino grosso, mais comuns no cólon sigmoide. A maioria dos casos é tratada clinicamente; entenda quando a cirurgia pode ser necessária.

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Ilustração esquemática destacando a região da virilha (inguinal), onde se forma a hérnia inguinalRegião inguinal(virilha)
Ilustração esquemática da região inguinal (virilha), onde se forma o abaulamento característico da hérnia inguinal. Não representa a anatomia individual de cada paciente.

Hérnia inguinal

Hérnia inguinal é a saída de parte do conteúdo abdominal por um ponto fraco na virilha, formando um abaulamento que costuma aumentar com esforço. Veja sinais de alerta, diagnóstico e as técnicas cirúrgicas disponíveis.

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Ilustração esquemática do esôfago, diafragma e estômago, mostrando a passagem de parte do estômago através do diafragmaEsôfagoDiafragmaEstômago
Ilustração esquemática da hérnia de hiato: parte do estômago passa pela abertura do diafragma em direção ao tórax. Não representa a anatomia individual de cada paciente.

Hérnia de hiato e refluxo

Hérnia de hiato é a passagem de parte do estômago para o tórax através do diafragma, condição frequentemente associada ao refluxo gastroesofágico. Entenda a relação entre os dois e quando a cirurgia é indicada.

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Ilustração esquemática do canal anal em corte, mostrando a posição de hemorroidas internas e externas em relação à linha pectíneaHemorroida internaLinha pectíneaHemorroida externa
Ilustração esquemática do canal anal — hemorroidas internas ficam acima da linha pectínea, externas abaixo. Não representa a anatomia individual de cada paciente.

Doença hemorroidária

Hemorroidas são estruturas vasculares naturais do canal anal que, quando inflamadas ou aumentadas, causam sangramento, dor e desconforto. Conheça os tratamentos clínicos e quando a cirurgia é indicada.

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Ilustração esquemática indicando, de forma abstrata, a região da tireoide no pescoço e da mama no tóraxTireoide(pescoço)Mama(tórax)
Ilustração esquemática e abstrata — indica apenas a região geral da tireoide e da mama, sem representar a anatomia individual de cada paciente.

Nódulos de mama e tireoide

Nódulos de mama e de tireoide são achados comuns, na maioria das vezes benignos, mas que merecem investigação médica. Veja os exames de investigação e quando procurar avaliação especializada.

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Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Antes de marcar uma consulta, veja as respostas para as dúvidas mais comuns sobre atendimento com um cirurgião geral.

Quando devo procurar um cirurgião geral?

Dor abdominal persistente ou que piora, um caroço ou abaulamento na parede do abdome (possível hérnia), cálculo biliar identificado em exame de imagem, ou qualquer sintoma digestivo que não melhora são situações em que vale buscar uma avaliação cirúrgica. Na dúvida, um clínico ou o próprio cirurgião pode orientar se o caso é cirúrgico.

Preciso de encaminhamento para marcar uma consulta?

Não é obrigatório. Você pode buscar diretamente uma avaliação com o cirurgião geral. Se já tiver exames, laudos ou encaminhamento de outro médico, leve-os à consulta — isso ajuda a agilizar o diagnóstico.

A cirurgia por vídeo (videolaparoscopia) é indicada para todos os casos?

Não. A indicação depende da condição, da anatomia e do estado clínico de cada paciente, e é sempre definida após avaliação individual. Em alguns casos, a técnica aberta continua sendo a mais adequada.

O que levar na primeira consulta?

Documento de identificação, exames e laudos anteriores relacionados à queixa, lista de medicamentos em uso e histórico de cirurgias prévias, quando houver. Isso ajuda a montar um quadro completo já no primeiro atendimento.

Qual a diferença entre um cirurgião geral e outros especialistas cirúrgicos?

A cirurgia geral cobre um amplo espectro de condições do abdome e da parede abdominal. Casos mais específicos — como cirurgia cardíaca, neurocirurgia ou cirurgia plástica — são conduzidos por especialistas próprios. Em muitos casos, o cirurgião geral é o primeiro contato e, se necessário, encaminha para outra especialidade.

A avaliação com um cirurgião geral é só para quem já vai operar?

Não. Grande parte das consultas termina em orientação, acompanhamento ou pedido de exames, sem indicação cirúrgica imediata. A avaliação serve para entender a causa do sintoma e definir o melhor caminho.

É possível fazer cirurgia sem internação?

Alguns procedimentos permitem alta no mesmo dia (cirurgia ambulatorial), enquanto outros exigem observação hospitalar por um período. Isso depende do tipo de cirurgia e da avaliação clínica individual.

O plano de saúde cobre consultas e cirurgias com cirurgião geral?

A cobertura depende do plano contratado e da rede credenciada de cada operadora. Essa informação deve ser confirmada diretamente com o plano de saúde.

Preciso repetir exames que já fiz recentemente?

Não necessariamente. Exames recentes e relacionados à queixa costumam ser aproveitados na avaliação; o cirurgião decide se algum precisa ser repetido ou complementado.

Existe alguma preparação necessária antes da primeira consulta?

Em geral não, além de reunir exames e informações sobre sintomas e histórico de saúde. Preparos específicos, como jejum, só são solicitados quando há exame físico ou procedimento que exija isso.

Depois da cirurgia, o acompanhamento continua com o mesmo cirurgião?

Sim, o acompanhamento pós-operatório costuma ser feito pelo mesmo cirurgião que realizou o procedimento, para monitorar a recuperação e identificar eventuais complicações precocemente.