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Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo

A avaliação e o tratamento cirúrgico de tumores do aparelho digestivo dependem de diagnóstico por imagem, biópsia e indicação de uma equipe multidisciplinar. A cirurgia é uma entre as ferramentas de tratamento, definida conforme o tipo, o estágio e a localização de cada caso.

Atenção: este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento devem ser sempre avaliados individualmente por uma equipe multidisciplinar.

O Papel da Cirurgia Oncológica

A cirurgia oncológica trata tumores por meio da remoção do tecido acometido, muitas vezes associada a outras modalidades de tratamento, como quimioterapia ou radioterapia. No aparelho digestivo, isso pode envolver tumores do estômago, intestino, vias biliares e outras estruturas — cada situação com particularidades próprias de diagnóstico e conduta.

Como é Feito o Diagnóstico

O caminho diagnóstico costuma começar por exames de imagem (ultrassom, tomografia, endoscopia, conforme o caso), que podem identificar um nódulo ou lesão suspeita. A confirmação do diagnóstico depende de biópsia e avaliação patológica — a maioria dos achados em exames de imagem, vale lembrar, é benigna, e a investigação serve justamente para diferenciar isso com segurança.

Avaliação Multidisciplinar

A definição do tratamento oncológico não é feita por um profissional isolado. Costuma envolver cirurgião, oncologista clínico, radioterapeuta e outros especialistas, conforme a necessidade de cada caso, discutindo em conjunto a sequência e a combinação de tratamentos mais adequada.

Quando a Cirurgia é Indicada

A indicação cirúrgica depende do tipo de tumor, do estágio da doença e do estado clínico do paciente — decisão sempre tomada pela equipe multidisciplinar. Em casos selecionados, a cirurgia pode ser realizada por videolaparoscopia; em outros, a técnica aberta é a mais adequada. O acompanhamento pós-operatório costuma continuar por um período determinado pela equipe, com consultas e exames de monitoramento.

Perguntas frequentes

Todo tumor precisa de cirurgia?

Não. A conduta depende do tipo de tumor, do estágio, da localização e do estado clínico do paciente, definida sempre por uma equipe multidisciplinar. Em muitos casos, a cirurgia é combinada com outros tratamentos, como quimioterapia ou radioterapia.

Um nódulo identificado em exame de imagem já é câncer?

Não necessariamente. A maioria dos nódulos e lesões identificadas em exames de imagem é benigna. A confirmação do diagnóstico depende de investigação adicional, geralmente incluindo biópsia, conduzida pela equipe médica.

Quem faz o diagnóstico de câncer: o cirurgião ou o oncologista?

O diagnóstico costuma envolver diferentes especialistas — exames de imagem, biópsia e avaliação patológica — e o tratamento é discutido em conjunto por uma equipe multidisciplinar, que pode incluir cirurgião, oncologista clínico, radioterapeuta e outros profissionais conforme o caso.

A cirurgia oncológica pode ser feita por videolaparoscopia?

Em casos selecionados, sim. A elegibilidade para a técnica minimamente invasiva depende do tipo e do estágio do tumor, e é avaliada individualmente pela equipe cirúrgica.

Depois da cirurgia, o acompanhamento termina?

Não. O acompanhamento pós-operatório de casos oncológicos costuma incluir consultas e exames periódicos por um tempo determinado pela equipe médica, para monitorar a recuperação e a evolução do caso.

Sobre a Dra. Lenise Durão

Dra. Lenise Durão, Cirurgiã Geral

Dra. Lenise DurãoCirurgiã Geral, CRM 559007/RJ, RQE 49675.

Formada em Medicina pela UERJ (1991), com residência em Cirurgia Geral pela SES/RJ (1994) e Título de Qualificação em Videocirurgia pela SOBRACIL (2002). Atuou por 15 anos como cirurgiã plantonista na rede municipal de São Gonçalo (RJ).

Fonte: Currículo Lattes/CNPq
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Referências médicas

PENDENTE DE REVISÃO — Referências médicas — fontes clínicas atuais, a inserir e revisar antes da publicação

As referências definitivas devem ser inseridas e revisadas pela Dra. Lenise antes da publicação. O artigo deve manter fontes clínicas atuais e confiáveis.

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